Oi Galera!!
Nessas viagens que fazemos pela internet
encontrei um texto escrito por
José Joacir dos Santos é Musicoterapeuta Oriental e membro da Sound
Healing Association, EUA, em novembro de 2006, depois de ministrar
um curso de Reiki. O texto diz o que diz o título: Por que os
Músicos Morrem Cedo?
Depois
de ter lido o texto refleti que realmente muitos músicos adoecem ou
morrem cedo por causa da vida desregrada que
levam, englobando má alimentação, dormir mal e
adquirindo vícios nocivos à saúde como o hábito de
beber , fumar e se drogar, fora outras coisas que
nem imaginava que pudesse atrapalhar a saúde. 80% dos músicos
adquirem algum desses hábitos,
infelizmente!
Espero que todos vocês que
acessas este espaço leiam e reflitam sobre o assunto! Afinal
de contas todos nós queremos viver por muitos e muitos
anos fazendo aquilo que gostamos: (tocar,
cantar, etc...).
Fabiano
A. Feliciano (editor do espaço music
blog).
Quando eu era adolescente, nos
anos setenta, já tinha coleção de discos de vinil e me gabava de
dizer que era fã do guitarrista Jimmy Hendrix. Escutava Chopin
quando chovia e Beetoven nos domingos de sol forte. Claro que meus
colegas de escola me chamavam de esnobe e eu
gostava.
Naquela época, na Paraíba, sem
televisão, pouca gente podia se dar ao luxo de ter em casa revistas
do Sul do país – Cruzeiro e Manchete – que só falavam
dos Estados Unidos e dos ídolos do rock. Embarcava nessa leitura,
achando que o mundo era assim e por uma questão de tempo todos
seríamos norte-americanos.
Mergulhei no aprendizado do
inglês, e não demorei a descobrir que meu herói guitarrista era um
excelente músico mas um desastre de pessoa, envolvido com todo tipo
de droga, um antisocial por natureza. Além disso, o rock pauleira
que escutava só falava em droga e porcaria. Incitava a uma
agressividade e a uma rebeldia que não sentia nas minhas veias,
embora adolescentes.
Claro que os EUA viviam, naquela
época, o inferno da guerra do Vietnã e da propaganda da
“guerra fria”, mas, e daí? O que isso tinha a ver
comigo? O legado deixado pelos ídolos da minha adolescência foi um
desastre e muita gente ainda embarca nele hoje: se enfeita como
árvore de Natal, repetindo os comandos das gangues e suas
tatuagens, piercings, etc.
Foi duro perceber que Jimmy
Hendrix não casava com a vida pacata e sadia, muito menos com os
meus projetos de uma vida melhor e feliz. Ele logo morreu, drogado.
Assim, parei de ser o macaquinho de imitação que as revistas
vendiam como sendo a moda a seguir – mas a imprensa
brasileira ainda não parou de vender imagens falsas e irreais de
fora do Brasil, assim como de denegrir o sentimento herdado de Tupã
e de seu povo nú.
Como compreender que a música cura
se a grande maioria dos músicos morre cedo, entra no desfiladeiro
sem retorno das drogas, da Aids, tem ataques cardíacos, são
desorganizados, as vezes desastrados e não consegue pôr os pés no
chão? Simples: música provoca efeitos físicos. Se a música afeta
profundamente quem a escuta, imagine o que não acontece com quem a
executa! Cada instrumento tem uma afinidade e essa afinidade afeta
os órgãos físicos, a mente e a estrutura espiritual de cada pessoa,
tanto para a saúde quanto para a doença.
O som repetitivo da guitarra, por
longas horas, desafina os órgãos digestivos. A bateria tira a
pessoa do chão, da vida real. Com que parece o som do violino? Os
tibetanos sabem como provocar levitação tocando instrumentos
rudimentares de metal, mas não ensinam ao ocidente. Tanto para a
saúde quanto para a doença, a questão básica que envolve a música,
o som, o tom, é a repetição, a duração e a qualidade dessa
repetição.
Cada órgão físico, tecido,
víscera, tipo de fluido vital e líquido tem sua própria sintonia,
ritmo, tom. É como o nome próprio. Se na multidão alguém chama
Joacir, vou olhar na direção daquele que reconheço como meu. Se
houverem outros Joacir na mesma multidão, alguns vão olhar mas sem
muita convicção, enquanto que outros nem olharão para
trás.
Cada músico desenvolve a
personalidade de acordo com o instrumento que a ele está ligado com
frequência. Cada pessoa, independente de ser músico ou não, tem o
seu tom, que vibra quando entra em sintonia com ele. Daí a
importância de se tocar/ouvir instrumentos diferentes para variar a
sintonia corporal sem desequilibrá-la. As vezes uma pessoa é
chamada pelo nome em um lugar que só tem ela com aquele nome e ela
pergunta: eu? Por quê? Porque ela não está afinada com o próprio
ser – há emoções a serem trabalhadas.
O tom pode afinar ou desafinar
tanto quem toca quando quem é a ele exposto. Antes de uma sessão de
musicoterapia eu me “afino” com oração, diapasão,
Reiki, floral. Mesmo assim, as vezes o suor corre, e eu tenho que
me afinar imediatamente. Já falamos em outro texto que aquele
tum-tum-tum eletrônico estoura o chácra básica e contribui para a
diminuição dos fluidos e dos líquidos do corpo, como esperma e
saliva. Pois bem, o que ocorre com os músicos profissionais é que
eles estabelecem todo um meio-ambiente propício para esvair a
essência vital e assim “apressar” a
morte.
Noitadas em claro, fumo, álcool e
alimentação desregrada contribuem para a queda da imunidade, da
força vital, da beleza corpórea e do estabelecimento de buracos na
aurea de qualquer pessoa. Pode observar que o cabelo começa a cair.
Se em lugar do fumo entra a maconha, a velocidade é ainda maior. O
músico começa ou a perder peso ou a engordar, dependo dos demais
desequilíbrios físicos, mentais, emocionais e
espirituais.
Quem não lembra do Raul Seixas, um
gênio, que ficou quase cego, sem voz e muito magro antes de morrer?
A maconha, assim como outras drogas, emagrece ou desenvolve a falsa
obesidade (Tim Maia) – muitas vezes é só inchaço. Aparecem
rugas imensas no rosto. A pele seca. Os líquidos secam. Todo o
sistema linfático entra em colapso e o esperma não é gerado. O
homem passa a ter impotência ou dificuldades de ereção e a mulher
perde a fertilidade, os óvulos adoecem, secam e ela começa a ficar
“fria”.
Dá também fraqueza nos joelhos,
nos ossos e dores lombares. A febre da herpes torna-se uma
companheira frequente. O começo da degeneração depende da genética
de cada um. Os sintomas demoram mais a aparecer em alguns mas em
outros são rápidos e profundos. Lembro da voz de Cássia Eller antes
de gravar o primeiro disco… era linda!
Um gongo afinado e bem utilizado
pode provocar a limpeza imediata de uma pessoa intoxicada com
maconha, por exemplo. Numa sessão de cinco minutos a pessoa fica
pálida, perdida, fria, cansada. Alguns choram, gritam, pedem para
parar. Quando você pára, é preciso segurar a pessoa e fazê-la
deitar porque ela está totalmente em choque (não sei que palavra
melhor poderia colocar aqui). Se essa pessoa, durante o tratamento,
for submetida ao mesmo tempo a exercícios físicos, sexo saudável,
vegetais, frutas, luz solar e afeto, ela pode começar a
“enjoar” a maconha, porque muda de
frequência.
É fundamental trocar o tipo de
música que ouve. Piano e sax fazem bem. O que vai ser extremamente
necessário é que haja um apoio emocional firme e forte para essa
pessoa porque a energia da maconha, assim como toda droga química
ou vegetal, aprisiona o sistema celular, diminui e pode até
paralizar o funcionamento do fígado, do baço e do pâncreas –
algumas ervas chamadas “de poder” deixam o usuário
verde, porque elas foram colocadas na natureza só para o uso dos
xamãs, que têm um modo de vida especial – as entidades
espirituais sugam as toxinas do fígado dos xamãs, porque faz parte
do trato espiritual. Uma pessoa comum não tem esse
“trato”. Aquela tremedeira que dá nos viciados de
cocaína e ácidos é exatamente porque o sistema celular perde a sua
estrutura, a química básica, cai a energia, perdem-se os fluidos
vitais e líquidos renovadores – entidades espirituais sugam
os viciados.
A pessoa começa a secar e a morrer
– é uma questão de tempo. Quando começa a dar ruído nos
ouvidos, é um péssimo sinal. É como um carro sem os óleo. A morte
física pode durar anos mas o raciocínio lógico, a capacidade
criativa e de se concentrar morrem rápido.Elas perdem o interesse
pelas coisas da vida, procuram viver mais para a noite que para o
dia, começam a gostar do escuro, do perigo, da maldade e da
violência – e passam pelo esperma ou pelo óvulo, para as
gerações futuras, a herança genética
desequilibrada.
A pessoa mantém a casca, mas está
ôca. Vi muitos clientes, nesse estágio, que tinham dificuldade de
entender o que eu falava. O teste era fácil: Era só elevar o nível
do vocabulário e eles se perdem porque o sistema não consegue
raciocinar. Como todos somos diferentes, em mim, por exemplo, uma
inocente barra de chocolate provoca irritação. Se eu fosse
boxeador, era só comer uma barra de chocolate antes da luta.
Clientes não viciados têm experiências eufóricas com gongos, riem e
querem mais.
Diapasões afinam os chácras deles
com facilidade. O músico, assim como qualquer pessoa, só morre cedo
se ele se trancar em seu próprio mundo e esquecer de praticar uma
maneira sadia de viver, conectada com o universo mais puro, longe
dos copos de plástico e das farmácias de plantão. A musicoterapia é
um excelente coadjuvante nos resgates do equilíbrio, seja ele de
origem mental, emocional, física, espiritual ou todas essas coisas
juntas.
Qualquer pessoa convalescente pode
aprender a tocar um instrumento simples e com isso se desconectar
dos ganchos emocionais que lhe fez adoecer. Buscar o caminho da
musicoterapia para ajudar a alguém com uma doença crônica,
terminal, mental ou a sair do vício pode um achado. Um instrumento
musical, juntamente com as condições emocionais para ajudá-lo a
compreender em que enrascada se meteu, seria o caminho ideal para
famílias e amigos, que geralmente se afastam das pessoas doentes da
família.
No caso de viciados, a primeira
reação do pai é querer expulsar o filho de casa. É preciso ter em
mente que todo viciado comeca a mentir, a chantagear, a roubar e a
viver das imagens distorcidas que a droga cria no cérebro, como
óleo de carro no asfalto. São capazes de chorar para a chantagem
ficar mais bem feita. É uma situação muito difícil de lidar sem
amparo profissional – e há uma enorme carência de pessoal
especializado capaz de lidar com viciados em droga sem ter que
drogá-los.
A chave do segredo do resgate está
no caminho espiritual e no afeto. Em qualquer situação, a família
precisa se unir, resgatar os seus valores morais, emocionais e
espirituais para lidar com o problema. Muita conversa, demonstração
de carinho e atenção ajuda muito.
Tive uma cliente com doze tumores
de câncer que a imunidade dela aumentou quando ela foi para a terra
natal dela e lá passava horas na praia ouvindo o som do mar,
sozinha. Passei três dias intensos em um seminário de musicoterapia
na Califórnia, com o que de mais expoente existe nessa área, e
percebi entre eles um erro gravíssimo: a maioria pensa que a
musicoterapia por sí basta.
Não é assim. Nada se basta. Se se bastasse, a vida na terra já
seria perfeita, equilibrada, porque a história humana é a mesma,
apenas variando de tempo e espaço. Cometemos os mesmos erros, com
versões diferentes, pensando que a vida é uma linha reta. Um dos
mestres da técnica vocal, presente no seminário acima referido,
quando abre a boca o mundo se enche de tom. Fora do palco é uma
pessoa indisciplinada, fala alto e é grosseiro. A esposa não larga
o pé porque sabe que ele é incapaz de lembrar que tem um cartão de
visitas.
Dizem que um grande cantor de
ópera italiano da atualidade sofre de depressões profundas quando
não está no palco. Por que será? Por que pára de ouvir os aplausos?
Ou porque coloca no palco toda a essência da sua vida? O primeiro
cliente que você deve tratar com musicoterapia é
você.
Dê adeus a uma série de coisas que
parece linda, maravilhosa e você se convence que é verdade: aquelas
baladas tristes e pessimistas de “eu morro a cada vez que de
vejo”, isto é, a música depressiva de solidão, angústia e
sofrimento; a música computadorizada, que é como cebola de
caixinha, não reproduz o cheiro original! É boa para dançar e é bom
dançá-la uma vez ou outra; o problema das boates hoje em dia (ou de
sempre?) é o volume, a fumaça, a bebida e as drogas, tudo junto no
mesmo lugar.
As pessoas liberam energias
emocionais desequilibradas e energia não fica sem moradia, invade o
próximo corpo disponível. Sai de um corpo e entra em outro;
aprender a ir para a cama cedo e acordar cedo; caminhar ao Sol;
comer frutas frescas, castanhas, gengibre na carne, pequi; Dançar,
fazer sexo intensamente com a pessoa que gosta e caminhar em
lugares verdes, com água… Praticar um esporte; ter um animal
de estimação, plantas para cuidar ou participar mais dos jogos dos
filhos; diminuir ao extremo o uso de telefone e da internet. Rezar,
cantar, meditar, fazer Reiki, tocar seu instrumento preferido em
lugares silenciosos, como em um parque, por
exemplo.
Cantar no banheiro, ouvir piano,
saxofone, violino, harpa, tambor xamânico. Nadar é um excelente
exercício para harmoniar os centros energéticos. A psicoterapia é
essencial. Fumar atrapalha a percepção e os cinco sentidos. Você
precisa libertar os monstros, que nem sabe que comanda, antes que
eles lhe convençam que você é quem incomoda.
O musicoterapeuta precisa adquirir
técnicas psicoterápicas, conhecer anatomia e desenvolver a intuição
através de técnicas energéticas recomendadas pela Organização
Mundial da Saúde, como Reiki, Yoga, Tai Chi,
etc.
Fonte:
http//violaobrasil.com.br